04 fevereiro, 2011

Almoço no Brutus

Hoje não sabia onde almoçar. Um atraso nos compromissos da manhã transportou o meu almoço para uma hora e local repleto de gente. Reparei então num restaurante do Campus S. João que costuma estar vazio: o Brutus. Sobre esta cadeia apenas sabia que servia tudo em doses megalómanas.

Entrei e decidi almoçar o menu mais económico da ementa: um menu de hamburger com bacon, batatas fritas, bebida, sobremesa e café. A primeira ba surpresa apareceu quando me serviram um pacotinho de sal a acompanhar as batatas fritas. Neste restaurante as batatas fritas são servidas sem sal, e pelo aspecto, também parecem ser cortadas na loja, em vez de congeladas. O hamburger, era pouco maior que o típico hamburger da McDonnalds, sem tantos molhos e com uma carne picada absolutamente deliciosa. Só a baba de camelo deixou algo a desejar. Ainda assim, um bom almoço, por 4,50 €.

Mas acima de tudo, o que mais gostei neste sítio foi o facto de ter mesas próprias, pelo que não tive que comer entre a multidão de doentes, médicos, doentes-médicos e médicos-doentes do Hospital S. João. :)

01 fevereiro, 2011

Novos Ares

Hoje tive vontade de mudar algo, de voltar a partilhar momentos, experiências, opiniões e tudo o mais que queira ou apeteça. Ninguém é obrigado a vir aqui, ninguém é obrigado a ler ou a gostar. Escrevo pela necessidade de escrever, pelo gosto e o prazer. Não para ter uma audiência que me vaie ou aplauda.

Estava, porém cansado do ar preto e branco do blog na sua forma antiga. Acho este template muito mais agradável... Na verdade, achei muitos templates agradáveis, e ainda não me decidi por nenhum. Por isso sou capaz de continuar a mudar. Porque quero, porque gosto, porque não me revejo nas expectativas de deixar ficar tudo na mesma.

E se calhar até os temas mudarão... Sim, o meu estômago ainda se revolta quando vejo 90% das coisas que se dizem boas acerca deste povo, mas já que aqui tenho que ficar mais uns tempos, ao menos espero poder partilhar, naquele certo português suave, o que for encontrando de bom nas pequenas histórias do dia-a-dia.

03 julho, 2009

Manuel Pinho

Para meu grande choque, o nosso querido Ministro da Economia fez hoje um par de cornos à Assembleia da Republica. Como podemos ver neste belo vídeo:



Para meu grande choque, o ministro foi demitido por fazer isso.

Depois de muito insultar os portugueses, com os seus anúncios de salários baixos e da passagem de uma crise que nunca passou, foi demitido por insultar os nossos representantes.

Só numa sociedade controlada por uma maçonaria estúpida como a nossa é que insultar os representantes é mais grave do que insultar os representados.

04 agosto, 2007

Dobrado em Francês...

Acabei de receber o Ocean's Twelve... infelizmente está dobrado em francês... Porque será que tudo nessa língua parece porco?

18 julho, 2007

De volta ao Gentoo

No final do último inverno instalei o Gentoo no meu portátil (um Toshiba Stalite com uns 5 anos). Confesso que fiquei admirado quando vi que a interface gŕafica, mais o servidor ftp, mais umas quantas brincadeiras que lá instalei conseguiam gastar apenas 20MB dos 132 disponíveis.


Passado não muito tempo, um upgrade ao Fedora do meu computador de secretária levou-me a tentar outras distribuições de Linux. Ora, como estava um pouco apertado com o trabalho, acabei por tentar apenas o Ubuntu (uma distribuição tão amiga do utizador que chega a ser melosa) e o Debian (com péssimos resultados, já que o suporte a Unicode ainda é uma coisa muito incipiente). Finalmente lá instalei à pressa o Gentoo, e lá consegui um sistema muito jeitoso, que me ocupava apenas 50MB de RAM.


O Gentoo tem, no entanto, um pequeno problema: é viciante. Queremos experimentar tudo, ver como tudo funciona, e acabamos por fugir à boas práticas de gestão de um sistema tão complexo. A verdade é que nunca tive noção de quão fácil é configurar um sistema Linux até ter experimentado o Gentoo. Mas como sempre acontece nos sistemas de aprendizagem, aprende-se apenas ao fim de muitos estragos. Ora, no fim de Abril o Gentoo estava a dar de si (não propriamente o Gentoo, mas a interface gráfica), e embora pudesse ser reparado sem necessidade de reinstalação, preferi instalar de urgência o Fedora.


Mas quando temos todo o poder, não nos satizfazemos em viver apenas com umas meras esmolas de liberdade, e por isso, cá voltei eu ao Gentoo... e ao blog ;)


Quando tiver tempo, publico aqui algumas imagens do meu ecrã.