18 julho, 2007

De volta ao Gentoo

No final do último inverno instalei o Gentoo no meu portátil (um Toshiba Stalite com uns 5 anos). Confesso que fiquei admirado quando vi que a interface gŕafica, mais o servidor ftp, mais umas quantas brincadeiras que lá instalei conseguiam gastar apenas 20MB dos 132 disponíveis.


Passado não muito tempo, um upgrade ao Fedora do meu computador de secretária levou-me a tentar outras distribuições de Linux. Ora, como estava um pouco apertado com o trabalho, acabei por tentar apenas o Ubuntu (uma distribuição tão amiga do utizador que chega a ser melosa) e o Debian (com péssimos resultados, já que o suporte a Unicode ainda é uma coisa muito incipiente). Finalmente lá instalei à pressa o Gentoo, e lá consegui um sistema muito jeitoso, que me ocupava apenas 50MB de RAM.


O Gentoo tem, no entanto, um pequeno problema: é viciante. Queremos experimentar tudo, ver como tudo funciona, e acabamos por fugir à boas práticas de gestão de um sistema tão complexo. A verdade é que nunca tive noção de quão fácil é configurar um sistema Linux até ter experimentado o Gentoo. Mas como sempre acontece nos sistemas de aprendizagem, aprende-se apenas ao fim de muitos estragos. Ora, no fim de Abril o Gentoo estava a dar de si (não propriamente o Gentoo, mas a interface gráfica), e embora pudesse ser reparado sem necessidade de reinstalação, preferi instalar de urgência o Fedora.


Mas quando temos todo o poder, não nos satizfazemos em viver apenas com umas meras esmolas de liberdade, e por isso, cá voltei eu ao Gentoo... e ao blog ;)


Quando tiver tempo, publico aqui algumas imagens do meu ecrã.

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